Foto retirada do site: Barrigas de Amor Olá Jovens Literários, o post de hoje é uma comemoração adiantada e muito especial e já é uma ...

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Foto retirada do site: Barrigas de Amor

Olá Jovens Literários, o post de hoje é uma comemoração adiantada e muito especial e já é uma singela homenagem as mulheres que lutaram pela igualdade da mulher e pelas que lutam constantemente em seu cotidiano.

Anualmente no dia 6 de Setembro é celebrado o Dia Internacional da Ação pela Igualdade da Mulher que tem por objetivo lembrar e conscientizar sobre a importância da igualdade da mulher na sociedade, portanto decidi criar este post para relembrar as mulheres que lutaram por este direito, que enfrentaram os seus pais, maridos, o governo e a sociedade para que hoje nós tivéssemos direitos mais assegurados e nos incentivam a continuar lutando! Para este dia vou deixar aqui um pequeno trecho sobre a contribuição de cada uma nesta luta e indicar livros escritos por estas mulheres ou que conte a luta destas, espero que vocês gostem!

RACHEL DE QUEIRÓZ
A escritora cearense Rachel de Queiroz, que morreu hoje no Rio de Janeiro, aos 92 anos, foi a primeira mulher a entrar para Academia Brasileira de Letras e ocupava a cadeira número 5, para a qual foi eleita em 4 de agosto de 1977.

Tendo publicado seu primeiro livro aos 20 anos de idade --o romance "O Quinze"--, a escritora produziu obras como "As Três Marias" e "Memorial de Maria Moura", que virou minissérie na TV Globo.

"Gosto de palavras na cara. De frases que doem. De verdade ditas (benditas!). Sou prática em determinadas questões: ou você quer ou não."
– Rachel de Queiroz.
Livro Indicado:
Cenas Brasileiras – Rachel de Queiroz
Sinopse: Num clima de deliciosa conversa com o leitor, Rachel de Queiroz desfia nas crônicas aqui reunidas histórias tocantes da gente brasileira. Crianças que descobrem o mundo, adultos que lutam pela sobrevivência sem abrir mão de seus sonhos, casos curiosos que divertem e atitudes inesperadas que dão o que pensar. Rápidos flagrantes da nossa realidade na voz de uma das maiores escritoras do Brasil.

BETTY FRIEDAN
Bettye Naomi Goldstein nasceu em 4 de fevereiro de 1921 em Peoria, Illinois. Estudante brilhante que se formou pela Smith College com louvor em 1942, Friedan se diplomou em psicologia, mas nunca trabalhou nessa área. Quando escreveu "A Mística Feminina", ela era mãe e dona-de-casa suburbana que complementava a renda de seu marido escrevendo artigos para revistas femininas.

Betty Friedan, a escritora e pioneira feminista cujo primeiro livro, o incandescente "The Feminine Mystique" ("A Mística Feminina"), de 1963, lançou o movimento feminista contemporâneo, e, com isso, transformou permanentemente a tessitura social dos EUA e de muitos países do mundo, morreu em 4 de fevereiro de 2006, o dia de seu 85º aniversário, em sua casa em Washington. Com sua análise apaixonada, mas contundente e clara, das questões que afetaram a vida das mulheres nas décadas que se seguiram à Segunda Guerra Mundial -incluindo a domesticidade forçada, as perspectivas profissionais restritas.

Em 1966, Friedan ajudou a fundar a Organização Nacional de Mulheres (NOW, na sigla em inglês), da qual foi a primeira presidente. Em 1969 foi uma das fundadoras da Associação Nacional para a revogação das Leis do Aborto, hoje conhecida como Naral América Pró-Escolha. Em 1971, com Gloria Steinem e Bella Abzug, fundou o Organização Política de Mulheres.

Mística Feminina – Betty Friedan
"A Mística Feminina" tornou Betty Friedan mundialmente famosa. Também fez dela uma das principais arquitetas do movimento de liberação feminina do final dos anos 1960 e depois -uma revolução social abrangente que remetia às campanhas em favor do sufrágio feminino, na virada do século 20, e que se tornaria conhecida como a segunda onda do feminismo.

Sinopse: Mística Feminina - Betty Friedan lançou a "Mística Feminina" em 1963, como resultado de suas pesquisas sobre o estilo de vida estadunidense que incentivava a mulher a ser apenas dona-de-casa e viver em função do marido e filhos. 

Ao expor o incentivo ao consumismo desse sistema e mostrar que a vida dessas mulheres era fonte de inúmeros problemas sociais e psicológicos devido à anulação da personalidade feminina e descarga de frustrações em outras pessoas, o livro ajudou a impulsionar a segunda onda do feminismo.

SIMONE DE BEAUVOIR
Simone Lucie-Ernestine-Marie-Bertrand de Beauvoir nasceu em Paris, em 1908. Forma-se em filosofia, em 1929, com uma tese sobre Leibniz. É nessa época que conhece o filósofo Jean-Paul Sartre, que será seu companheiro de toda a vida.

Em 1945, ela funda, com Sartre, o combativo periódico Les Temps Modernes.

Escritora e feminista, Simone de Beauvoir fez parte de um grupo de filósofos-escritores associados ao existencialismo - movimento que teria enorme influência na cultura europeia de meados do século passado, com repercussões no mundo inteiro.
Ela e Sartre visitaram o Brasil entre agosto e novembro de 1960; foram também a Cuba, recebidos por Fidel Castro e Che Guevara. Sempre tiveram marcada atuação política, manifestando-se contra o governo francês por suas intervenções na Indochina e na Argélia; contra a perseguição dos judeus durante a Segunda Guerra; contra a invasão americana do Vietnã e em muitas outras ocasiões.

Simone de Beauvoir morreu em Paris, em 14 de abril de 1986. Entre seus muitos livros, vale ressaltar O Sangue dos Outros (1945), Uma Morte Muito Suave (1964) e A Cerimônia do Adeus (memórias da vida com Sartre, 1981).

"No dia que for possível à mulher amar em sua força e não em sua fraqueza, não para fugir de si mesma, mas para de se encontrar, não para se renunciar, mas para se afirmar, nesse dia o amor tornar-se-á para ela, como para o homem, fonte de vida e não perigo mortal."
~ Simone de Beauvoir

O Segundo Sexo – Simone de Beauvoir
Em 1949 publica O Segundo Sexo, pioneiro manifesto do feminismo, no qual propõe novas bases para o relacionamento entre mulheres e homens. Os Mandarins é de 1954; nesse mesmo ano, Beauvoir ganha o prêmio Goncourt.

Sinopse: O Segundo sexo é um estudo sobre a mulher e o seu papel na sociedade. Numa perspectiva histórica e mythique, seguidamente apoiando-se sobre experiências vividas, Simone de Beauvoir mostra como, de uma maneira ou outra, a mulher sempre foi o escravo do homem. Recusa a ideia de uma natureza feminina no entanto assim encensée na literatura. Com efeito, o homem tenta fazer esquecer à mulher a sua dependência atribuindo um encanto específico ao seu sexo. Nada de naturalidade nem biológico acantona a mulher ao seu papel, a sua condição que é um fenómeno meramente cultural. Saber assim que não é a inferioridade das mulheres que determinou a sua insignificância histórica mas a sua insignificância histórica que dedicou-o à inferioridade. Que seja mãe, esposa, rapariga ou prostituta, a mulher define-se apenas em função do homem e nunca para a própria: encarna o outro. Esta diversidade posta a priori provoca a impossibilidade de relações de reciprocidade e de igualdade entre os homens e as mulheres. Frequentemente assimilada à matéria metáforas féminité emprestam geralmente ao seu vocabulário às matérias orgânicas e vegetais - a mulher aspira tornar-se por último uma consciência autónoma. É de uma igualdade total entre os dois sexos que nascerá a liberdade da mulher.

BERTHA LUTZ
A bióloga Bertha Lutz foi uma das pioneiras do movimento feminista no Brasil, responsável direta pela articulação política que resultou nas leis que deram direito de voto às mulheres e igualdade de direitos políticos nos anos 20 e 30.

Filha do sanitarista Adolfo Lutz, um reconhecido estudioso da medicina tropical, Bertha nasceu em 1894 e foi educada na Europa. Voltou ao Brasil em 1918, formada em ciências naturais pela Sorbonne francesa para então trabalhar no Museu Nacional. Foi a segunda mulher a ingressar no serviço público brasileiro. Começou daí a militância.

Bertha conheceu os movimentos feministas da Europa e dos Estados Unidos nas primeiras décadas do século e foi responsável pela organização do movimento sufragista no Brasil. Com sua militância científica e política, lançou as bases do feminismo no país.

Criou, em 1919, a Liga para a Emancipação Intelectual da Mulher, o embrião da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino (1922). Representou o Brasil na assembleia geral da Liga das Mulheres Eleitoras, nos Estados Unidos, onde foi eleita vice-presidente da Sociedade Pan-Americana.

Após a Revolução de 1930, o movimento sufragista conseguiu a grande vitória, por meio do Decreto nº 21.076, de 24 de fevereiro de 1932, do presidente Getúlio Vargas, que garantiu o direito de voto feminino no País. As mulheres brasileiras conseguiram o direito de voto antes das francesas. Dois anos depois, Bertha participou do comitê elaborador da Constituição (1934) e garantiu às mulheres a igualdade de direitos políticos.


O Feminismo Tático de Bertha Lutz – Rachel Soibet

“A mão feminina que põe um voto na urna deve ser a mão que embala o berço e renova eternamente a esperança humana de paz”. Com este espírito, Bertha Lutz tentava conquistar corações para a causa feminista, para arrepio de seus detratores, que, entre outras máximas, acreditavam que o desenvolvimento do cérebro da mulher resultaria na “atrofia do útero”.

Rachel Soihet, estudiosa da líder feminista desde os anos 1970, discute no livro a tática política adotada por Bertha. Seus manifestos, parte deles incluída na obra, enfatizam a necessidade de se projetar para as fábricas, escolas e repartições os cuidados femininos do lar. Este era um microcosmo das Câmaras, das Assembléias e do próprio Parlamento, costumava dizer.

Suas idéias não foram bem recebidas. Eram consideradas inconvenientes por muitos intelectuais da época, que perguntavam como a mulher poderia conquistar sua autonomia profissional e ao mesmo tempo se dedicar à maternidade.
Bertha provou que era possível.

Aos seus críticos havia escapado um detalhe: estéreis eram os seus próprios argumentos.

MARIA DA PENHA MAIA FERNANDES
Em 1983, Maria da Penha, farmacêutica bioquímica com mestrado em parasitologia, recebeu um tiro do marido, professor universitário, enquanto dormia e ficou paraplégica. Depois de passar um longo período no hospital, seu marido a manteve presa em casa e cometeu contra ela várias outras agressões, incluindo uma tentativa de assassinato por eletrocução. Esse fato a levou a buscar ajuda da família e a conseguir uma autorização judicial para sair de casa com as três filhas.

Depois de várias medidas para ver seu agressor preso, seu caso tomou conhecimento internacional e deu origem a uma proposta de lei que foi encaminhada para o Congresso Nacional, visando proteger as mulheres de agressões semelhantes. Surgia aí a Lei Maria da Penha.
Depois de um longo processo de luta, em 2006, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 11.340, conhecida por Lei Maria da Penha, que coíbe a violência doméstica contra mulheres.

Sobrevivi... Posso Contar – Maria da Penha
Sinopse: O livro de Maria da Penha Sobrevivi, posso contar relata a vida da autora que sofreu uma cruel, dolorosa e covarde violência. Maria da Penha oferece sua história generosamente a toda sociedade, como uma forma de contribuir com transformações urgentes, pelos direitos das mulheres a uma vida sem violência. História que muito tempo depois a tornou protagonista de um caso de litígio internacional emblemático para o acesso à Justiça e para a luta contra a impunidade em relação à violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil. Ícone dessa causa, sua vida está hoje também simbolicamente subscrita e marcada sob a lei nº 11.340 ou lei Maria da Penha. Neste livro, Penha compartilha de forma ímpar sua história de vida - tão particular e ao mesmo tempo tão comum à de tantas mulheres que levam no corpo e na alma as marcas visíveis e invisíveis da violência. Este livro proporciona muito mais do que a história de violência contra uma mulher. Revela um fenômeno social, político, cultural e ideológico que afeta de forma grave e desproporcional muitas mulheres.

MARIA QUITÉRIA
Nasceu em Feira de Santana e se tornou militar, heroína de Guerra da Independência e foi considerada a Joana D’arc do Brasil. É a “Patrono” do Quadro de Oficiais do Exército Brasileiro.

Tinha grande habilidade para o uso de arma de fogo e decidiu não obedecer ao pai e se alistar, cortou os cabelos, vestiu-se como homem e inscreveu-se como voluntária para lutar contra as províncias que não reconheciam D. Pedro como imperador. A Bahia tinha grande contingente militar português e apresentou resistência às forças do imperador. Como Medeiros, ela obteve destaque em lutas importantes, sendo condecorada com a Ordem Imperial do Cruzeiro do Sul.
Maria Quitéria: A Joana d'Arc Brasileira – Monica Buonfiglio
Sinopse: Em seu 51° livro, Monica Buonfiglio resgata a história da Patrona do Exército Brasileiro, Maria Quitéria de Jesus, nossa heroína da Independência, que se destacou como soldado para livrar o Brasil do jugo português. Para tal façanha, já que o pai a havia proibido de ir à guerra, transformou-se no “soldado Medeiros”, entrando para o Regimento da Artilharia do Batalhão dos Periquitos.
Provavelmente Guimarães Rosa se inspirou em Maria Quitéria para escrever o personagem Diadorim, em seu livro, Grande Sertão: Veredas (1956). 

Maria Quitéria não apenas lutou bravamente na Guerra da Independência, mas buscou, com sua participação, a igualdade das mulheres na sociedade. 

Atuou com destaque em várias batalhas, entre elas, na defesa da ilha da Maré, de Conceição, Pituba e Itapoã para a decisiva luta na Batalha de Pirajá onde finalmente o Brasil se libertou da presença portuguesa em 2 de julho de 1823, dia esse comemorado como Independência da Bahia. Com honras de 1° cadete, foi recebida pelo imperador D. Pedro 1° que a condecorou com a Imperial Ordem do Cruzeiro, por sua bravura frente às tropas inimigas. 

Recebeu também os títulos de Heroína da Independência do Brasil, Cadete da Independência, Joana d’Arc brasileira, além de ser a Patrono do Quadro Complementar de Oficiais do Exército.]

OLGA BENÁRIO
Conhecida no Brasil como Olga Benário ou Olga Benário Prestes, Maria Bergner nasceu em Munique e era uma revolucionária que defendia o comunismo e lutava para acabar com as desigualdades e injustiças sociais.

Lutou pelos seus ideiais desde muito nova, tendo ingressado no movimento comunista com 15 anos, foi presa por diversas vezes e planejou ataques junto a seus colegas de militância.

Veio ao Brasil ao ser designada, junto com outros estrangeiros, para acompanhar Luis Carlos Prestes em seu retorno ao Brasil, com a finalidade de liderar um movimento armado que tinha o apoio de Moscou, e que instaurasse um governo revolucionário no País, a Coluna Prestes. Passou por sua esposa até que os dois se apaixonaram e começaram a viver juntos.

Viveu clandestinamente, antes e depois de vir ao Brasil, retornando à Europa quando foi extraditada por ordem do STF para a Alemanha, onde morreu em uma câmara de gás.

"Lutei pelo justo, pelo bom e pelo melhor do mundo."
~ Olga Benário Prestes
Olga - A vida de Olga Benário Prestes, judia comunista entregue a Hitler pelo governo Vargas - Fernando Morais
A obra fala sobre a vida de Olga Benário alemã, judia e comunista, que se envolveu com Luís Carlos Prestes. Ela veio ao Brasil para lutar com ele pelos ideais comunistas. Acabou sendo presa e deportada grávida para a Alemanha pelo governo brasileiro, tendo como presidente Getúlio Vargas. Morreu numa câmera de gás de um campo de concentração em 1942.

NÍSIA FLORESTA

É considerada a primeira jornalista feminina do Brasil, tendo como principal legado o livro Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens, de 1832, que traduziu e publicou – quando as brasileiras mal sabiam ler. Também foi a primeira feminista de que se tem notícia e afirmou que a vantagem masculina estava só na força física. Por ela, mulher ocuparia até posto de general. Nísia deixou o marido para assumir um romance proibido. Produziu 15 livros e criou, no Rio de Janeiro, uma escola para ensinar matemática e história para meninas, ganhou destaque como educadora nas escolas femininas que criou. Também apoiou o movimento abolicionista e republicano.

Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens -  Nísia Floresta.
Seu primeiro livro, “Direitos das mulheres e injustiças dos homens”, foi publicado quando tinha 22 anos, e já na companhia de Manuel Augusto de Faria Rocha, estudante de Direito da Faculdade de Olinda, com quem teve três filhos. No mesmo ano da publicação, muda-se com sua família para Porto Alegre – estudiosos afirmam que tal fato deveu-se às constantes ameaças que recebia de seu primeiro marido que, inconformado com o abandono, estaria disposto a processá-la por abandono de lar e adultério.

Em seu livro “Direitos das mulheres e injustiças dos homens”, influenciado pelo escritos de Mary Woolstonecraft (5) (6), Nísia propõe às mulheres novas perspectivas quanto ao seu papel na sociedade. A obra foi dedicada às brasileiras, de quem Nísia espera que:

“[…] longe de conceberdes qualquer sentimento de vaidade em vossos corações com a leitura deste pequeno livro, procureis ilustrar o vosso espírito com a de outros mais interessantes, unindo sempre a este proveitoso exercício a prática da virtude, a fim de que sobressaindo essas qualidades amáveis e naturais ao nosso sexo, que até o presente têm sido abatidas pela desprezível ignorância em que os homens, parece de propósito, têm nos conservado, eles reconheçam que o Céu nos há destinado para merecer na Sociedade uma mais alta consideração” (1).
 Espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais sobre estas incríveis e admiráveis guerreiras que lutaram pela igualdade da mulher, boa leitura a vocês e um parabéns especial as feministas de verdade ainda existentes em sociedade (Aquela que não usa o feminismo apenas para tirar 'proveito', mas sim aquela que se valoriza, busca sua independência e que também divide a conta com o namorado e realmente presa a igualdade!). Parabéns também aos homens que reconhecem o papel da mulher na sociedade e reconhece a capacidade e o espaço que viemos conquistando.



Boa leitura a vocês Jovens Literários!

FONTES



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Comentários
13 Comentários

13 comentários:

  1. Aaahhh Eloísa!! Que post simplesmente incrível. Confesso que eu não sabia dessa data, mas eu a apoio. Infelizmente vivemos numa sociedade em que o machismo está enraizado e qualquer tentativa de podá-lo não é bem vista. Ainda tenho esperança que a igualdade que as mulheres tanto sonham e almejam serão alcançadas, que não haverá nenhum tipo de preconceito, que elas poderão andar na rua a noite sozinhas e tranquilas, que terão salários iguais aos dos homens, poderão usar as roupas que quiserem sem serem julgadas, que poderão dormir com quantos parceiros quiserem sem ser chamadas de nomes que não convém dizer.
    Enfim, a luta continua e é diária. Mesmo que demore a igualdade um dia chegará.
    P.S.: Farei um post lá no blog sobre esse assunto e citarei você.
    Abraços!!!

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    1. Olááá Léo!
      Também tenho este mesmo sonho, acredito que mulher não tem que se dar ao 'respeito' pq literalmente isso já deveria ser dela também por direito, também imagino um mundo em que seremos vistas como iguais, como cidadãs com os mesmos direitos sem o machismo, agressão, seja ela verbal, psíquica ou física, o mundo está tão machista e banal que já até ouvi o trecho da bíblia em que Deus usou uma costela de Adão para modelar o corpo de Eva como afirmação machista de que somos submissas e precisamos propriamente dito de um homem para ter vida, sendo que bem sabemos que o único que precisamos foi Deus, foi assustador ouvir tal argumento, sinceramente tenho orgulho de dier sou Feminista sim, mas daquelas feministas verdadeiras, aquelas que lutam por seus direitos, vão contra a opressão e a injustiça e não aquelas que prezam pela competição com o homem, o agride com palavras descomunais e sem embasamento, eu luto pela igualdade já ditada na constituição e não para que anulem o direito dos homens, luto pelos meus direitos e pela justiça....
      Obrigada por dar a sua opinião Léo é muito importante e fico emocionada ao ler tal apoio e visão desta nossa luta!
      Obrigada de coração mesmo! <3
      Bjooos e sucesso.

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  2. Oi, Eloísa! Tudo bem? Que post mais lindo! Vocês mulheres merecem essa homenagem! Parabéns pela iniciativa! Infeliz só conheço essas autoras de nome, mas espero muito ler os livros da Rachel de Queiróz! Adorei o post! :)

    Abraço

    http://tonylucasblog.blogspot.com.br/2015/08/resenha-premiada-johnny-bleas-um-novo.html <- Tá rolando promoção do livro "Johnny Bleas - Um Novo Mundo" lá no blog! ;)

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    1. Oiii Tony, tudo ótimo hehe
      Obrigada, fico feliz que tenha gostado e espero que aprecie os livros da Raquel de Querióz *---*
      Bjoos

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  3. Eu amei ♥
    não conhecia algumas dessas escritoras mas agora já vou anotar os títulos dos livros aqui pra poder ler em breve :)
    Também adorei sua campanha literatura brasileira, acho que vou aderir também.

    ótimo final de semana
    bjo

    http://tatianecdesouza.blogspot.com.br/

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    Respostas
    1. Oii Tati, aue bom que vc gostou e que eu trouxe algumas indicações de leitura a vc... Sobre a campanha, muitíssimo obrigada e se vc aderir não esqueça de me passar o link para mim agradecer e ajudar a divulgar! ❤😍
      Bjoss

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  4. Olá, Eloísa.
    Belíssima homenagem. Não conhecia a maioria dos livros e as mulheres apresentadas na postagem, mas me interessei em lê-los. São exemplos de mulheres que valem a pena ser lidos.

    Blog Prefácio

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  5. E cada vez dá mais orgulho de ser uma mulher.
    A sua homenagem foi maravilhosa, esse seu conteúdo é maravilhoso.
    Fico feliz em saber que gastou cada minutos para poder fazer este post lindo que você fez!
    Sobre o post, conhecia alguns livros que você disse, ai no post, são maravilhosos, principalmente a de Olga.
    Adorei seu blog!

    Let's Drink

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  6. Oi Eloisa!
    Que post incrível! acho o feminismo um movimente tão válido e me entristece por muitas vezes as pessoas não o entenderem sua importancia. Ainda não li nenhum desses mas quero muito ler Olga.
    Abraço!
    Leitura Fora De Série

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  7. Oi, Eloísa!
    Que texto incrível! Salvei nos favoritos, porque quero ler cada indicação sua e mostrar esse texto pra uma porrada de gente. kkkkkkkkkkk
    Amei, amei, amei! <3
    Parabéns!
    Beijo

    http://canastraliteraria.blogspot.com.br/

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  8. Oláá´!

    Eu não sabia dessa data gente :O

    ADOREI essas dicas <3 eu anotei vaaarios e o que mais quero ler é sobre Maria Quiteria, fui a gravação de um programa sobre ela e me encantei por saber mais sobre a vida dela. Quero aprender mais.


    Beijinhos,
    entrechocolatesemusicas.com

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  9. Oi...

    Adorei o post, não sabia dessa data e não conhecia todas as autoras. Anotei vários aqui para procurar depois para ler.

    Beijos!

    Cintia
    http://www.theniceage.blogspot.com.br/

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  10. Olá! Tudo bem?
    Que maravilha esse post <3
    São tantas mulheres poderosas em nossa preciosa literatura, não é?
    Anotei algumas dicas de leituras.
    Parabéns pela iniciativa.
    Beijos!
    apenasumaleitura.blogspot.com.br

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