Olá Jovens Literários! Hoje trago para vocês uma entrevista fantástica com o autor do livro "O Gênesis" Katriel L. K. O a...

Olá Jovens Literários!

Hoje trago para vocês uma entrevista fantástica com o autor do livro "O Gênesis" Katriel L. K.
O autor é paranaense, estudante de Filosofia na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, sempre muito crítico e criativo, Katriel resolveu colocar no papel e publicar seus pensamentos, sua  inspiração e compartilhar sua criatividade através do livro "O Gênesis". O livro será lançado em formato e-book "penso em lança-lo por conta própria e seguir o pensamento de que o livro é uma arte e a arte deve ser livre, dessa forma, quem vai me dizer se o livro é bom não são os engravatados de uma editora, são os leitores que irão me responder." (Katriel L.K.)
Após a breve apresentação vamos a entrevista...


J. L.: Olá Katriel gostaria de primeiramente agradecer a você por pensar no Blog para sua primeira entrevista pré lançamento de seu livro "O Gênesis" e lhe dizer que foi uma excelente surpresa receber sua mensagem, tenho certeza que ler seu livro "em primeira mão será maravilhoso! Agora vamos as curiosidades...

J. L.:  Katriel, você poderia nos contar com quantos anos você começou a escrever? E o que te motivou a tal "passatempo"? 
K: Claro. A escrita em si, veio por volta dos meus 9 anos, quando comecei com frases e poemas, entretanto, já com 5 anos, recordo de fazer desenhos e escrever as falas dos personagens, como um gibi, sempre gostei muito de histórias, ainda mais de cria-las.


J. L.:  Quais foram as primeiras pessoas a saber que você estava escrevendo um livro e como elas reagiram? Elas te incentivaram?
K: Eu já tinha outros escritos, mas que ninguém sabia, eram mais testes meus, mas quando decidi por fim escrever a sério, muitos ficaram surpresos, realmente não é algo comum, porem, sempre me incentivaram, dizendo que eu deveria investir nisso mesmo, que poderia dar certo e a cada dia que passava me perguntava como estava e quando ficaria pronto, todos muito curiosos pelo resultado.


J. L.:  Quando você começou a escrever e quando concluiu o atual livro que irá lançar em breve?

K:  Escrevi as primeiras palavras em 9 de fevereiro de 2013, a ideia já vinha de um pouco antes, mas foi ali que coloquei em pratica. Escrevi a palavra “fim” em agosto de 2014, mas gosto de pensar em um livro nunca está concluído, ele é como uma massa de modelas que está ali e pode se tornar várias coisas dependendo de quem o manuseia. 


J. L.: Quando você resolveu que iria publicar seu livro?

K: Esse é um sonho antigo, desde os primórdios de minha existência, como disse, esse livro foi aquele que desde o início me dediquei dia e noite já com o propósito de publica-lo.


J. L.: Você poderia matar a minha curiosidade e a dos leitores do Blog Jovem Literário falando um pouco sobre seu livro?
K: Isso é algo um tanto quanto complexo. O livro é uma aventura jovem, se passa em um reino muito distante cronologicamente, é uma história do inicio da existência humana na terra e ele relata possivelmente uma das primeiras grandes guerras que esse planeta presenciou. Para iniciar ele, foi como uma pesca, fui juntando um pouco de tudo, sou muito observador, analisava as pessoas, os fatos, pensava como poderia inserir isso no livro e assim fui compactando o mundo a minha volta e o mundo em minha cabeça neste livro.


J. L.: Você se inspirou em algum autor ou forma de escrita? Qual(is)?

K: Vejo como quase que impossível hoje em dia se escrever um livro sem se inspirar em alguém, antes de começar a escrever li muitos livros, reli alguns para buscar observar de uma forma diferente a escrita, dentre eles, Tolkien, Lewis, Rowling e Eduardo Spohr.


J. L.: Qual seu gênero literário favorito? Porque?

K:  Não tenho um gênero especifico, desde que conte uma boa história o livro me agrada, mas confesso ter uma certa queda por ficções e fantasia. 



J. L,:  Qual seu autor favorito? Porque?

K: É tão difícil escolher um, mas tenho 4, Tolkien, que dispensa apresentação, foi ele quem me fez ver que é possível imaginar algo além do que olhamos com os próprios olhos, Lewis que me mostrou como uma escrita pode ser simples e empolgante ao mesmo tempo, Rowling que me arrancou suspiros e me ensinou que é possível conciliar fatos da vida real em sua obra de forma sutil e significante e Eduardo Spohr, brasileiro, escritor de A Batalha do Apocalipse entre outros, ele me ajudou muito no inicio do meu livro e sua escrita me impressionou e toda vez que eu o leio penso “é isso que quero fazer”. 

J. L.:  Qual seu livro favorito? Porque?
K: É algo também difícil de responder, mas diferente do que todos possam pensar, meu livro preferido poderia dizer que é Esboço para uma teoria das emoções – Sartre. Neste livro aprendi a ver as emoções de um modo diferente e para mim essa é a raiz de tudo, saber observar, analisar, entender suas emoções e as das pessoas a sua volta, dando a emoção certa ao seu livro faz ele ficar mais próximo dos leitores.

J. L.:  Quais foram ou são suas maiores dificuldades em escrever e lançar seu livro? Porque?
K: A escrita em si já é um grande desafio, ao contrário do que muitos pensam, um livro é composto por no máximo 20% de inspiração, o resto é trabalho duro, é dedicação, é ficar horas em frente uma página em branco espremendo seu cérebro ao máximo para que depois de muito tempo saia um parágrafo, que após reler você percebe que não está bom, exige persistência e paciência. Quando você consegue concluir e pensa que agora esta tudo certo, ai que a coisa fica difícil, você pensa, como lançar um livro? Hoje existe muitas pessoas mal intencionadas e grupos editoriais que não importam com a sua obra, só com o quanto de dinheiro podem ganhar, encarar essa realidade é uma das maiores dificuldades.


J. L.:  O que te levou a desejar publicar seu livro de maneira autônoma, "longe das editoras"?

K: Foi o “não” delas, a falta de profissionalismo de algumas, mandei o original para dezenas de editoras que diziam responder em 10 dias, algumas em 4 meses não mandaram nada, me deixando na mão, as que queriam publicar vinham com contratos extensos e repleto de regalias apenas para elas, qualquer problema que possa vir seria por conta do autor, tudo isso foi me fazendo desacreditar de editoras, assim, agora penso em lança-lo por conta própria e seguir o pensamento de que o livro é uma arte e a arte deve ser livre, dessa forma, quem vai me dizer se o livro é bom não são os engravatados de uma editora, são os leitores que irão me responder. Não digo que nunca irei publica-lo, se em algum momento aparecer uma boa proposta que prese pela moral e ética quem sabe, até no momento estou negociando com uma editora para usufruir de seu site onde poderia disponibilizar o livro em e-book por um baixo custo.

J. L.: Obrigada pela sua participação Katriel, lhe desejo muito sucesso com seu livro e um grande número de leitores apaixonados pelo seu trabalho!

E vocês caros Jovens Literários estarão recebendo em poucos dias a Resenha e Crítica do livro "O Gênesis" do nosso querido escritor Katriel L. K., aguarde!
Caso tenham alguma curiosidade a mais, ou queiram saber mais detalhes sobre o livro e o escritor deixem perguntas abaixo que o blog estará enviando ao escritor.


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Comentários
9 Comentários

9 comentários:

  1. Quero muito comprar esse livro ele falou um trecho do livro " O livro é uma aventura jovem, se passa em um reino muito distante cronologicamente, é uma história do inicio da existência humana na terra e ele relata possivelmente uma das primeiras grandes guerras que esse planeta presenciou" nesse trecho já vi que o livro deve ser muito bom, quero comprar.

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  2. Adorei essa entrevista,
    e na verdade é assim mesmo que funciona,
    não conseguimos fechar com editoras, não acreditam em nosso trabalho, só se tivermos um Q.I, no nosso país Arte é assim!!!!
    A Pátria educadora não gosta de Arte!Só os indicados por celebridades
    bjus
    http://www.elianedelacerda.com

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    1. Infelizmente é a realidade!
      Obrigada por deixar seu comentário *-*
      Bjoos

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    2. Elaine os vocacionados, em nosso país, encomodam, logo somos discriminados.
      Profissional por Vocação Encomoda, por isto é descartado. Fazem 41 anos que quero atender com qualidade no Serviço Público e aí encomodo, logo demitido. A filosofia dos Governos, desde a 50 anos atrás é destruir a qualidade do Serviço Público, atende o povão, maioria absoluta, e é o que vem acontecendo. Povo ignorante, doente Fácil Manipular. País Riquíssimo em Natureza e Miserável em Educação e Cultura. Estamos a beira do Caos Social, logo não podemos mais revetter com boas intensões. Somente com fechamento Total do Congesso e Câmara dos Deputados, são os que mandam no País, como os Bandidos das Facções. Aí pergunto como vamos fazer isto, só UMA SOLUÇÃO= Ditadura Militar, por favor esqueçam a anterior, pq ela foi por causa da Força enorme do Comunismo. Hoje a história É OUTRA, portanto não confundam, o que era e que É!!!!. Acabar com o Poder desta Politicagem nociva, que matará o País. E só o Exercito, pq não é possível Corruptos e Bsndidos. Pronto-!!!!!!- ÚNICA SOLUÇÃO, atè acabar com eles e Começar uma Vetdadeira Democracia.

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  3. muito me entristece ver um trabalho pelo pouco que li da entrevista de um autor tão bom

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    1. Exatamente, realmente triste ver um trabalho tão bom ser jogado a escanteio apenas por ser um Autor novo e que está tentando lançar seu primeiro livro, mas a culpa maior disso é dos próprios leitores que nunca se aventuram em buscar novos autores, apenas leem os "americanizados".

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